O mapa-múndi tem a marcação dos países que compõem o G20 e dos que possuem representação diplomática brasileira, além de algumas informações básicas sobre o Brasil, como população, área, entre outros dados

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) começa a vender hoje o mapa-múndi produzido pelo órgão que tem o Brasil no centro do mundo. Segundo o instituto, o lançamento foi um “grande sucesso” e o órgão passou a receber pedidos e consultas sobre a disponibilidade do mapa.

O mapa-múndi tem a marcação dos países que compõem o G20 e dos que possuem representação diplomática brasileira, além de algumas informações básicas sobre o Brasil, como população, área, entre outros dados. O mapa estará disponível para venda no formato A3 (42,0 x 29,7cm), pelo valor de R$ 10,00, acrescido do custo do frete.

“Para atender a essa demanda, o IBGE decidiu comercializar o mapa-múndi por meio de sua loja virtual”, diz o instituto.

De acordo com o IBGE, o mapa é uma “oportunidade de mostrar uma forma singular do país ser visto em relação a esse grupo de países e ao restante do mundo”. O Rio de Janeiro vai sediar em novembro de 2024 a cúpula dos chefes de Estado do G20.

O mapa faz parte da 9ª edição do Atlas Geográfico Escolar, tradicionalmente produzido pelo IBGE e referência para o público estudantil, que também foi lançado na terça-feira, na Casa de Cultura Laura Alvim, sede da Casa G20. A publicação trouxe indicadores selecionados para os países do G20, dentre eles o Brasil

“Como um símbolo da imagem de um país, cabe ao IBGE apresentar às autoridades que representam o Brasil esse novo mapa, essa nova publicação”, destacou o presidente do IBGE, Marcio Pochmann, em publicação no X (antigo Twitter).

O mapa-múndi também foi entregue ao presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco, ao senador Randolfe Rodrigues, ao secretário de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e ao ministro da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta. Ministros e parlamentares também receberam o mapa das mãos de Marcio Pochmann, durante esta semana, em visita ao Congresso Nacional.


Fonte: O GLOBO